Trocando de roupa para o Banquete Nupcial

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Caminhada para o Céu

terça-feira, 30 de julho de 2013

Milagre eucarístico no México? O padre Lolo disse que a hóstia sangra e que Jesus lhe avisou.

ReligionenLibertad.com


«A voz me disse para fazer todos os estudos que quiserem»

Milagre eucarístico no México? O padre Lolo disse que a hóstia sangra e que Jesus lhe avisou.
Agitação na paróquia Maria Mãe da Igreja, em Guadalajara, México.

OOcidental/Oem.com.mx- 25 julho 2013-religionenlibertad.com

"Este é um momento de grande bênção para esta comunidade e para todo o mundo". Assim qualificou o Padre José Dolores Castellanos Gudino ao fenômeno que aconteceu ontem em sua paróquia depois  que brotou sangue de uma hóstia consagrada.

Entre cantos, palmas, lágrimas, grandes filas e celulares que queriam captar o instante, milhares de fiéis católicos e não crentes foram à Paróquia de Maria Mãe da Igreja situada na colônia Jardins da Paz (Guadalajara, México) para serem testemunhas do que já chamam acontecimento divino ou milagre.

Um relâmpago e uma voz

Eram  12:00 horas do dia quando o sacerdote encarregado da paróquia fazia sua oração como todos os dias fica frente ao Santíssimo quando de repente viu um relâmpago e escutou uma voz que  dava ele a algumas indicações:

"Repica os sinos para que venham todos, derramarei bênçãos aos que estejam presentes e em todo o dia. Toma teu pequeno sacrário de adoração particular e leve-o ao altar da paróquia, coloca também junto ao pequeno sacrário a custódia grande, não abras o Sacrário até as três da tarde, não antes, farei um milagre na Eucaristia, o milagre que se realizará será chamado o ´Milagre da Eucaristia na Encarnação do Amor junto com nossa Mãe e Senhora´, plasmarás a imagem que agora te digo e a darás para mostrar".

Depois "a voz" lhe disse que o transmitisse "aos seus apóstolos" (os sacerdotes) para que lhes servisse em sua conversão e que a todas as almas encheria de bênçãos.



Um padre emocionado

O Padre Lolo -como o conhecem seus fiéis- disse que não pôde pronunciar nenhuma palavra a essa voz que lhe falava mais do que: "Senhor meu, sou teu servo, faça-se tua vontade".

Com a voz entrecortada pela emoção que não podia ocultar o sacerdote seguiu narrando o que passou:

"Fiz como  me ordenou, pedi que abrissem as portas do templo, eram  duas e meia da tarde, também mandei que soassem os sinos como  me disse. Trouxe a  capelinha particular de um humilde sacrário de madeira, e pus  no altar, pus  também a custódia do Santíssimo como  me ordenou e quando as três da tarde rezávamos  uma estação do Santíssimo Sacramento com as pessoas  reunidas conosco,  perguntei se já eram  três da tarde e  me disseram que sim. Aproximei-me do Sacrário e ao abri-lo a hóstia consagrada por nosso Senhor Jesus Cristo estava banhada em sangue."

 Para celebrar cada 24 de julho?

O padre explicou que o que Jesus quer é que se adore seu corpo e seu sangue unidos a sua Santíssima Mãe e que todos os dias 24 de julho se celebre este milagre como ele o chamou: O Milagre da Eucaristia na Encarnação do amor junto com nossa mãe e senhora.

"Escutei também que me disse (a voz) que se erigisse nesta comunidade um nicho onde estivesse a adoração de todas as almas e que se em algum momento quiserem mandar fazer estudos podem levar uma parte para que  façam todos os estudos que queiram".



Terminou concluindo que "Ele (Jesus) está aqui presente e eu trasmito somente a vocês o que escutei junto com os que viram o que vi".

[O diário mexicano "O Ocidental" que faz eco da notícia não recolheu declarações nem reações do bispado local.]

Em 'ElInformador.com.mx' acrescentam:

Ao finalizar a missa, passadas as 20:00 horas, os responsáveis da sacristia disseram desconhecer o paradeiro do padre Dolores Castellanos para explicar aos meios de comunicação se ele daria alguma declaração oficial, se já se tinha entrado em contato com a Arquidiocese de Guadalajara ou que aconteceria nos dias posteriores a este acontecimento eucarístico.

Durante este primeiro dia de exibição ao público da "hóstia sangrante", a desordem foi evidente no interior do templo, em tal grau que as autoridades paroquiais advertiram com o cancelar o evento que por momentos só se concentrava em gritos e empurrões dos adultos e crianças que desejavam chegar até ao altar e serem testemunhas do que viveu o padre "Lolo".

A improvisada guarda de segurança do Templo Maria Mãe da Igreja, optou por colocar uma tela em  que se projetassem imagens da "hóstia sangrante", que ao passar dois minutos conseguiu cativar quem só tinha escutado o rumor, como a senhora Clara Aparício, que foi diante do "Milagre eucarístico" confiando  que a enfermidade asmática que padece, desaparecesse.

"Não duvidei do que tinha escutado tão fortemente, tão claramente. Agora  manifesto assim  me disse", rematou o padre. Ao chegar as 21:00 horas, os encarregados do templo fecharam as portas deixando centenas de fiéis sem a oportunidade de observar a "hóstia sangrante"; e avisou que as visitas seriam retomadas nesta quinta-feira as 08:00 horas em ponto...

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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Ateu e desesperado, apareceu a ele seu anjo da guarda e lhe disse "segue-me"…tudo mudou em sua vida.

ReligionenLibertad.com

Ateo y desesperado, se le apareció su ángel de la guarda y le dijo «sígueme»: todo cambió en su vida

A história do filósofo Sylvain Clement

Ateu e desesperado,  apareceu a ele seu anjo da guarda e lhe disse "segue-me"…tudo mudou em sua vida.

Primeiro foi uma estranha aparição, depois descobriu a Eucaristia e mais tarde o perdão. Da vida  sem sentido, Sylvain Clement passou à fascinação pela Verdade.

Javier Lozano / ReL- 30 junho 2013- religionenlibertad.com

Que Deus  pode aparecer para as pessoas das maneiras mais inesperadas e nos lugares mais estranhos é algo indubitável.       Conta-nos  Sylvain Clement, um filósofo que viveu uma conversão radical vindo do ateísmo, o desespero e o niilismo. Porém Deus apareceu de maneira fulgurante e mudou seu coração e mesmo a princípio  resistindo certa vez  experimentou o verdadeiro amor, sua vida recobrou um sentido tal que nunca quis  voltar ao anterior.

A vida sem sentido em sua vida
A história começa em setembro de 1994 quando este jovem tinha apenas 22 anos, idade suficiente para ter experimentado já uma vida sem sentido  de tal forma que até o suicídio rondava já por sua cabeça.

Sylvain caminhava pela basílica de  Nossa Senhora de Longpont ao sul de Orge  junto com sua amiga Emanuele,  que conheceu em um centro para pessoas incapacitadas em que trabalharam juntos. “No fundo desejava percorrer um longo caminho de vida juntos mas isto requeria um compromisso. Além disso, ela tinha decidido antes de conhecer-nos retirar-se durante nove meses em uma comunidade religiosa para pensar sobre uma possível vocação”.

“Este era nosso passeio de despedida. Foi um dos primeiros católicos que conheci. Eu não acreditava em Deus nem no diabo –e para dizer  tudo, não acreditava nem em gente boa nem em mim mesmo-, me empenhava em por  mil objeções mesmo sendo tocado pela simplicidade de sua alegria e pela sinceridade de sua fé”, recorda Sylvain Clement em Família Cristã.

Qual é o sentido da vida?
No entanto, sobre ele espreitavam muitos anos de desesperança. “Sobretudo, nesse dia em mim se manifestava a sombra do desespero que tinha tido durante anos. Estava absorvido pelo abismo do nada  igual a um meteorito quando é sugado por um buraco negro”.

Seu passado o atormentava. Deste modo, recorda que “desde os 16 anos sem descanso me assaltavam as seguintes perguntas: qual é o sentido de minha vida? Que fazer com ela? Por que vale a pena ser vivida? Por que do sofrimento?...Essas perguntas me chegavam até o coração e a mente”.

Inclusive afirmava que a “morte me fascinava mais” e “meditava vagando nos cemitérios”. Mas um fato começa a mudar um pouco a percepção da vida.  Foi o suicídio de um amigo. Nesse momento, este jovem francês dizia: “não quero viver pela metade, quero uma vida plena, que valha a pena  ter sido vivida”. Mas o problema é que “não sei como”.

A busca na filosofia
Nesta busca  se sentia no meio do nada porque tentava encontrar a felicidade em sua mente. “Busquei entre os poetas e os filósofos, li dezenas de livros. Este desejo de entender, esta busca de um sentido me empurrou a estudar Filosofia na Universidade de Sorbonne". Mesmo este caminho o levou à decepção: "a filosofia  via como um supermercado com suas estantes, os ´grandes pensadores´, cada um com seu programa que tinha a chave de tudo. Mas,  qual era a correta?".

Neste sentido, Sylvain recorda que houveram três autores que lhe chamaram particularmente a atenção: Kant, Nietzsche e Freud. Com seus escritos, conta, "me inteirei de que a verdade não é acessível, a busca é  melhor que o resultado. Cultivei a dúvida, a desconfiança e caí no desespero do niilismo. Tive a horrível experiência do vazio, um abismo parecia se abrir  debaixo de meus pés".

Tudo isto foi calando neste jovem que "inclusive cheguei a não crer no amor –porque o amor está associado à verdade-. Se não existe, então, o que é o amor?".  Por tudo isso, o amor não poderia ser outra coisa do que "egoísmo disfarçado".

Um anjo lhe aparece
Com este sentimento e história voltemos ao passeio com Emanuele pela basílica. Vão caminhando por seus maravilhosos corredores. Nesse momento se separam por diferentes corredores. E aqui chegou o estranho momento que mudou sua existência. “Passava diante de uma imagem do bispo Dionísio. E de repente, vi em seu coração o rosto de um menino. Parecia um desses anjos com o cabelo encaracolado. Este rosto se voltou para mim e me olhou como se dissesse ‘vem, segue-me’. Detive-me assombrado, voltei à imagem mas o menino tinha desaparecido”.

Não conseguia explicar  aquilo. Era uma alucinação? Não encontrava nenhuma explicação racional para isso. Ao se encontrar  com Emanuele foi cuidadoso para lhe contar  o que   havia acontecido. “Aconteceu algo que parece uma loucura!”,   disse a ela. Ela, com alegria lhe disse muito feliz que era algo “genial” pois “é teu anjo da guarda”. O problema para Sylvain é que “não acreditava  nos anjos, nem sequer acreditava em Deus”, que foi o que lhe disse quase com raiva de sua jovem amiga.

“A palavra de Deus me fala pessoalmente”
Após isto, ambos se sentaram em um banco enquanto ela rezava em silêncio por ele. No caminho de volta, Silvayn começa a se sentir  mais leve e ao se despedir  de sua amiga, que ia ter uma experiência no convento ficou triste mas sereno. Sem saber, que esse dia ia  ser um ponto de mudança em sua vida.

Ele mesmo reconhece que desde aquele dia tudo foi muito rápido. No dia seguinte desta “aparição” se sentiu atraído a ir à igreja de seu bairro em Paris. “Eu que não era batizado, ia  viver uma das primeiras missas de minha vida. A palavra de Deus falou a mim pessoalmente. Tinha a impressão de que meus ouvidos se abriam. As palavras do sacerdote também me tocavam. Não assisti a missa, a vivi”.

Experimentou algo que nunca tinha tido. “Chegou a mim a paz, se impõe em mim uma doçura”. De fato, conta que nesse momento “pela primeira vez estoou bem”. E o que mais incomodava  este jovem é que essa paz “não vinha de mim” e “me fazia livre”. Ele que buscava tudo isto com sua cabeça e sua razão  tinha se encontrado de repente “convertido na Presença de Deus”.

Redescobrir o perdão
“Que semana!”, pensava Sylvain. “Em poucos dias: um rosto de menino apareceu no coração de uma imagem de um bispo; uma hóstia que oculta uma Presença inaudita; no dia seguinte algumas lágrimas vindas das profundezas relendo cartas de meus pais; dois dias depois, um perdão libertador e que pacifica descobrindo a confissão…”.

 Apesar disto, a luta durante sua conversão foi grande. “Conheci o combate real”, afirma. “Não é fácil porque o adversário não  gosta que se renuncie a um caminho de morte para ir ao de Deus”.

Mas esse grande dia chegou.  “Fui batizado na Igreja Católica no dia de Pentecostes de 1995. Dia de júbilo e de vitória”.  Sua vida se iniciou aí também. “Sobre esta rocha construí minha vida” e começou a tomar decisões em sua vida acordo com esta vida.   Casou-se com Emanuele, tem três filhos e no final  seus estudos de filosofia lhe  serviram para dar aulas e mostrar a beleza da união entre fé e razão.

“Na Igreja me encontrei com Cristo vivo e descobri surpreso o Deus dos Evangelhos, que nos ama e quer salvar a todos os homens. Tenho muitas razões para dizer ‘obrigado' para Aquele que me salvou do desespero e a eternidade não seria suficiente para dar   graças a Ele”.

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Clément

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Era ateia, blasfema e abortou duas vezes: depois de 20 anos de dor se converteu em Medjugorje

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Alessandra Pelagatti

Era ateia, blasfema e abortou duas vezes: depois de 20 anos de dor se converteu em Medjugorje

Em seu primeiro aborto, aos 18 anos, não lhe deram alternativas. Sua dor não vinha da fé, porque não a tinha. Só  com a fé chegou a cura.

Sara Martin / ReL- 4 junho 2013-religionenlibertad.com

A italiana Alessandra Pelagatti tinha dezoito anos quando se viu grávida.

Tinha sido criada por uma mãe emancipada, separada e ferozmente independente.

Alessandra podia voltar tarde da noite para casa ou inclusive dormir fora de casa. E, evidente, fazer o que quisesse com os garotos. Sem dúvida, era invejada por todas suas amigas.

Para ela sua mãe era um mito, tão diferente das outras,  e tampouco invasiva e opressora!

Então quando Alessandra ficou grávida  pareceu natural  ir a sua mãe para lhe contar  a “emergência” e buscar uma solução.

E com a mesma naturalidade sua mãe a levou a um ginecologista, que não duvidou em encaminhá-a para a “eliminação daquele grupo de células”, que  cuidou bem de não mostrar a Alessandra “para não impressioná-la”.

Mesmo Alessandra mostrando dúvidas desde o princípio, o médico  assegurou que até os três meses não havia vida. Não  propôs nenhuma alternativa, nem tampouco a fez passar pela entrevista obrigatória que estabelece a Lei 194 na Itália.

O dia do aborto
Alessandra esperava em uma grande sala, onde as grávidas, uma a uma, iam saindo para realizar  a intervenção e "solucionar  o problema”.

Alessandra não queria fazer  e disse ao médico quando chegou sua vez. No entanto, ele  assegurou que o aborto já  estava se realizando desde o momento em  que ela tinha ingerido a primeira pastilha naquela manhã. Então decidiu continuar. Seu despertar foi traumático para ela devido a uma infecção grave após o aborto.

Fisicamente, se recuperou. Psicologicamente, o problema só  estava começando: ansiedade, tristeza, incapacidade para ter relações sexuais com seu noivo durante os seguintes três anos. Ninguém compreendia sequer porque. Terminou com ele e teve relações com outros, mas nenhuma história podia preencher seu vazio interior.

Não matar: salvar insetos...
Na mente de Alessandra começou a se tornar insuportável a ideia de matar um ser vivo, então se converteu numa vegetariana obsessiva.

“Salvava insetos se os visse presos em algum lugar. Não podia suportar a dor de não fazer nada para protegê-los”, se justifica.

O segundo aborto
Alguns anos depois tornou a ficar grávida, mas nessa época já tinha se convencido  de que seu primeiro aborto tinha sido correto. Então decidiu, para auto-confirmar-se, que tinha que abortar de novo.

O inferno de dor continuou até que se enamorou de novo.  Nesse tempo decidiu de novo voltar a ter filhos, se sentia por fim preparada. Mas, após tentar por  três anos, nunca  conseguiu.

Passou quase vinte anos em terapia e com psico-fármacos. Vinte anos de sofrimentos de todo tipo, interior, exterior, angustiante. Um sofrimento que terminou com uma tentativa de suicídio em 30 de abril de 2010.

O sentimento de culpa
Conectar esta dor com sua verdadeira causa, o aborto,  levou muitíssimos anos. “Para mim foi como tocar no fundo do poço, mas com as pernas. E isso me ajudou a ter impulso para voltar a sair”, explica.

Alessandra explica em seu testemunho que toda sua vida se havia considerado ateia e blasfema convencida.

Seu sentimento de culpa não foi induzido por crenças religiosas, e a Igreja não pode ser responsável pelo que sucedeu depois.

Ela era o protótipo da mulher livre, alheia a qualquer influência religiosa, bela, inteligente, divertida e cheia de amigos. Mas não conseguia perdoar  a si mesma porque não tinha chamado por seu nome o que tinha feito.

Uma viagem a Assis
Porém um dia chegou a sua vida   o amor e a misericórdia de Jesus, que a resgatou justamente na beira do abismo, e sua vida começou a florescer de novo. Uma viagem inesperada a Assis, o berço de São Francisco, proposta por seu noivo (crente, mas não praticante) começou a lhe abrir os olhos.

O passo seguinte foi uma Bíblia que ele a presenteou e ela começou a ler mais por curiosidade que por fé.

Quatro meses depois se encontrava na paróquia bósnia de Medjugorje. Ali na proximidade a Virgem a fez sentir-se perdoada e começou a sorrir de novo.

Sentiu um amor que não tinha sentido nunca. Sentiu que podia perdoar sua mãe por a ter induzido a abortar. E chegou um dia  que  não mais podia viver sem a oração e os sacramentos.

Ajudar os outros
Alessandra Pelagatti agora explica seu testemunho para ajudar  outras pessoas. Contou em uma conferência no dia antes da Marcha Nacional pela Vida acontecida há pouco tempo em diferentes lugares da Itália.

Relatou sua história marcada pela dor e sofrimento, mas o fez com um sorriso, esperando que seu testemunho pudesse servir para ajudar outras jovens que passam pela mesma situação."
"Faço-o para ajudar  a entender que o aborto é uma morte dupla, a da mãe e a do bebê".
Alessandra conta seu testemunho na TV2000 (em italiano)

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terça-feira, 25 de junho de 2013

Amparo, ex-revolucionária e funcionária da ONU: «Meu trabalho era destroçar a fé dos católicos»

ReligionenLibertad.com


Uma experiência mística com a Virgem a mudou

Amparo, ex-revolucionária e funcionária da ONU: «Meu trabalho era destroçar a fé dos católicos»

F. Navascues / ReL- 7 maio 2013-religionenlibertad.com

Amparo viu claro. Era a Virgem Maria quem lhe falava.

Tudo sucedeu quando recebeu um disparo da polícia em pleno combate. Quando despertou no hospital decidiu que sua vida devia mudar radicalmente.

Sua “enlameada” vida devia dar um giro de 180 e deixar de lado seu servilismo político e sua vida de pecado, e dedicar-se às mulheres e às crianças buscando seu autêntico bem.

Um avô católico
Ela nasceu numa família muito normal de Equador. Sua fé era tradicional, de Missa dominical e pouco mais. A exceção da regra foi seu avô, que  vivia uma verdadeira vida cristã.

Em certa ocasião, sendo Amparo adolescente e no caminho para o ateísmo, seu avô lhe deixou umas palavras que não poderia esquecer nunca. Estavam entrando em uma igreja, e diante de uma imagem da Virgem lhe disse: “Olhe-a nos olhos. Ela é a única que vai te  salvar e  que  vai te  levar à fé”. A coisa parou aí.

O resto foi uma queda livre: expulsa  do colégio por brigar com uma freira, e um encontro com evangélicos que acabaram de arrematar seu caminho rebelde e ateu.

A revolução e a esquerda
Eram os anos 70 e 80, e a oferta social que Amparo encontrou fora da Igreja era a dos movimentos revolucionários, a teologia da libertação marxista, Che Guevara, os movimentos feministas, abortistas, o indigenismo e esse longo etcétera. Meteu-se de cabeça em tudo isso.


Amparo em uma manifestação pró-aborto.

Se algo não se  pode reprovar em Amparo é que não foi uma pessoa coerente com seus princípios. E pegou todas as bandeiras, as abraçou e se dedicou a elas. Ao mesmo tempo a encontrávamos em uma confrontação armada ou em uma manifestação anti-governamental,  em uma campanha a favor dos direitos reprodutivos das mulheres, ou seja, promovendo os anti-conceptivos e o aborto.

Radicaliza na Espanha
Como a situação política no Equador se complicou, seu pai a enviou a Espanha para estudar Pedagogía Social. Neste país obteve seu título universitário, mas também sua radicalização política e o contato com outros movimentos revolucionários, ateus e anti-clericais.


Sua mentalidade feminista coincidia com a da ONU. De volta ao Equador, sua visão feminista e de esquerda  casava perfeitamente bem com as políticas que leva a cabo a ONU na América Latina, então graças a isso e a sua formação chegou a ser responsável no Equador do programa da UNFPA, ou do Fundo da População das Nações Unidas, de onde contava com todos os milhões de dólares que se necessita  para cumprir, ou, impor os programas contrários à natalidade, a favor do aborto e da anticoncepção.

Meu trabalho: tirar a fé dos católicos
Amparo  explicou na cadeia católica de televisão EWTN que “os grupos comunistas e socialistas sabem que a única instituição que pode romper suas mentiras é a Igreja Católica. Então –confessa- a primeira coisa que busca são argumentos que possam destroçar a pouca fé que tem os católicos. Vê  as notícias ou vai  atrás desse sacerdote que não está vivendo sua vida na graça com Deus…  Publica  e tira na imprensa… E –conclui- se  cala que no Equador, 60% das obras de ajuda às pessoas pobres estão nas mãos da Igreja, mas se silencia”.

Fazer mal à Igreja por dentro

Mulheres indígenas em uma palestra de doutrinamento: O grande problema dos sacerdotes é sua solidão: “Nós íamos buscando os sacerdotes abandonados nos povoados e nas montanhas para dizer-lhes que se Deus existisse, então por que permitia a pobreza.

‘A única maneira é a revolução. Una-se a nós, e nós lhe ajudamos’. Haviam sacerdotes –lamenta agora- que cediam e que pensavam que teriam um grupo que os ajudasse, que os apoiasse, que estivessem com eles… Em ocasiões  oferecíamos dinheiro aos sacerdotes e às religiosas para que pudessem reconstruir, melhorar seus centros educativos com a única condição de que nos deixassem impor aulas de educação sexual e reprodutiva em seus colégios”.

Afastando-se ainda mais de Deus…
Em Amparo se cumpre aquela citação de Chesterton que “quando se deixa de crer em Deus em seguida se crê em qualquer coisa”.

Imersa no ateísmo não deixava de buscar algum resquício de espiritualidade na leitura de cartas, reiki, yoga…: “Como a vida na luta de esquerda era uma vida de pecado não  pode  se livrar das consequências do pecado. É a morte espiritual. São como pequenos pactos com o demônio. E o demônio te  cobra -adverte. Então comecei a sofrer pela parte do dinheiro".

"Alguém me recomendou que me fizesse uma limpeza. Tinha meus próprios mantras… que agora que   pude traduzi-los dizem ‘eu pertenço a Satanás’. Os mantras   fiz nos Estados Unidos e, inclusive, levei  meus filhos ao chamã que era um mestre promovido da Religião Universal”.

…mesmo Deus não estando longe
Em certa ocasião estando em uma comunidade, Amparo desafiou  Deus. Havia uma mulher rezando, mas ela começou a flagelá-la e chamá-la de louca. No final  acabou rasgando um santinho que tinha a pobre senhora.

Sua prepotência de revolucionária não lhe facilitava muitas outras soluções naquela ocasião. Pouco depois veio o seguinte fato para sua conversão.

Ferida por uma bala da polícia
Amparo tinha participando de todo tipo de manifestações e lutas contra o governo. Em algumas ocasiões mobilizando os indígenas e facilitando que estes fossem armados com lanças. Porém certo dia estando em uma delas foi ferida por uma bala. Quando recebeu o impacto, Amparo recorda duas coisas: por um lado seu marido e seus filhos, e por outro lado uma paz inexplicável, total. Não tinha medo de ir-se. Tudo era alegria, gozo, paz…

Nisso, escutou uma voz que lhe cantava: “Vi uns olhos maravilhosos. Vi o amor. Eram os olhos da Virgem. Eram justamente os olhos do santinho que eu tinha rasgado! O santinho da Virgem Milagrosa. Vi-a como uma adolescente de 15 anos. Com traje branco…”.

Enquanto ela sangrava, a única coisa que sentia era paz, alegria… Nesse momento a Virgem lhe disse: “Minha pequena, eu te amo”. E  pediu que deixasse todas as causas que ela levava e que tomasse a causa de seu Filho. Também percebeu  que detrás da Virgem havia um senhor mais velho: era seu avô.

E seu marido a tomou por louca
Quando  despertou  narrou toda a experiência ao seu marido, Javier. Ele a tomou por louca, e não era para menos. Uma ateia convencida, militante anti-católica, e despertando daqueles sonhos…

Em seguida lhe levaram a que Mestres Ascensos, a psicólogos e especialistas da Nova Era a examinaram e a convenceram de que aquelas experiências eram fruto de suas alucinações e das feridas recebidas. No entanto, “ninguém podia tirar-me da cabeça que era de Deus”.

A primeira coisa, se confessar
“A primeira coisa que necessitava era de um sacerdote. Necessitava me confessar. Primeiro, primeiro, era a confissão. Eu  pedia a Deus que não  morresse pelo caminho, indo para casa, porque eu iria para o inferno. Na confissão estavam todos os pecados. Os mais horríveis”.

Era uma nova etapa, e tinha que começar desde o princípio e tudo bem feito. Então “a primeira coisa que fiz foi aprender a amar a Jesus, a amar os sacerdotes, a amar a Igreja, amar os sacramentos”.

Amparo se sentia totalmente enlameada e por sua vez convidada a uma nova revolução: “O único que transforma o mundo é Deus. Eu não sou digna. É tão grande o amor de Deus…”

A conversão de seu marido
Amparo rezou e convidou seu marido Javier à conversão. Com o tempo, Javier, igualmente revolucionário como ela, começou a dar provas de mudança por amor a Amparo.

Devia ser uma experiência dramática em si mesma somente pelo  fato de ter de romper com toda uma vida de convicções e luta comprometida. Amparo  explica assim: “Meu marido aceitou crer em Deus e na Virgem, mas não acredita no sacramento. Porém Deus nos pôs um sacerdote santo no caminho. Por fim se confessou e sua confissão durou mais de duas horas. Ao sair, sentiu que tinha tirado quintais e quintais de coisas”.

Agora tocava denunciar as mentiras da ONU

Denunciando a manipulação da ONU.
A conversão das pessoas, na maioria das vezes, é um processo longo e com etapas. Amparo estava a caminho, mas ainda não renunciava a toda sua vida de pecado. Parte dela necessitava, pois seu salário das Nações Unidas era um ingresso necessário para a família e seu ritmo de gastos.

Tudo veio quando uma amiga sua lhe pediu informação sobre a distribuição da pílula do dia seguinte por parte das Nações Unidas no Equador. Amparo era responsável por sua importação e distribuição no país.

De fato sua agência das Nações Unidas havia vendido ao Equador 400.000 (quatrocentas mil) doses da pílula do dia seguinte. A ONU em Nova York, a UNFPA no Equador: “Eles as vendem a 25 centavos de dólar, e nós as vendemos entre 9 e 14 dólares. É um negócio palpável”.

No Equador houve um julgamento que perdeu as Nações Unidas pela distribuição da pílula e   ganharam os pró-vida, porque tiveram que reconhecer que não é um método anti-conceptivo, mas que é para não fixar o feto, ou seja abortivo, e que se utiliza quando os métodos anti-conceptivos falham.

O culme  de sua decisão de convertir-se e dar um passo  definitivo até Deus se deu no caminho ao julgamento  que perdeu a ONU: “Quando estávamos levando a informação ao Tribunal, um jornalista me fez uma pergunta que pensei que fosse Deus que me a fazia -estás com Deus ou estás com o demônio-.
A pergunta foi: Que pensava eu da pastilha do dia seguinte? E, claro, eu seguia trabalhando para as Nações Unidas e apoiava a todas as organizações pró-aborto. Nesse momento percebi   que era o momento de dizer a verdade e deixar de mentir a mim mesma. Era uma incoerência ser católica e por sua vez, pelo dinheiro, seguir apoiando  uma organização que vai contra meus valores. E, claro, disse a verdade e as Nações Unidas me demitiram”.

 Que há detrás das Nações Unidas?
Detrás dos projetos da ONU, detrás das palavras bonitas que usam quando falam de saúde reprodutiva, na realidade há toda uma promoção do aborto e dos anti-conceptivos. É o único objetivo para toda América Latina.

Na entrevista de Amparo na cadeia de televisão norte-americana EWTN, denunciava que no   livro “Corpos, tambores e pegadas”, editado pelas próprias Nações Unidas, se reconhece a promoção das relações sexuais em crianças desde os 10 anos. E que nele se explica claramente três coisas:

- que os pais não devem ser informados da educação sexual que recebem seus filhos,

- que os colégios devem distribuir anti-conceptivos aos seus alunos sem conhecimento e consentimento dos pais,

- e que se um mestre ou médico chegasse a informar os pais de que seus filhos estão usando anti-conceptivos, esse mestre ou médico deve ser expulso de seu trabalho por romper o silêncio profissional.

Amparo, e não só  ela, denunciam a existência de um completo negócio em   que não se  aproveita nada: se promove as relações sexuais entre as crianças e adolescentes, e  lhes vendem preservativos. Quando estes falham, então se  oferece o aborto ou a pílula do dia seguinte. Como o aborto produz restos humanos, estes servem bem para a experimentação ou  para extrair algumas substâncias que depois se usam cremes, shampoos, etc. Negócio completo.

E agora na luta pela vida
A realidade foi mais difícil do previsto em um primeiro momento. O matrimônio  perdeu tudo quando saiu da revolução. Tiveram que renunciar a muitas coisas, as primeiras as materiais. Mas foi “belo encontrar juntos o amor de Deus e tirar  os mitos com respeito aos sacerdotes, à Virgem, à Igreja…”

Amparo Medina e seu marido Javier Salazar são pais de três filhos. Ela é Diretora executiva de Ação Pró-vida Equador (http://accionprovida.com.ec/) além de colaborar e assessorar em outros organismos.

Agora também luta pela família, as mulheres e as crianças, mas desde a verdade integral das pessoas, e não desde o negócio econômico.

Ameaças de morte
Um novo enfoque, sim, mas não isento de perigos. Assim, Amparo  sofreu ameaças de morte como a que recebeu não faz muito em uma caixa de sapatos dentro da qual havia uma rata morta com a mensagem “morte aos pró-vida” e “recorde que os acidentes existem, recorde que as mortes acidentais são o dia a dia deste país, NÃO SIGA COM SUA CAMPANHA ANTI- MULHER E HOMOFÓBICA…Morte aos traidores, morte aos anti-Pátria, MORTE OU REVOLUÇÃO”.

Amparo não se intimida. E segue com sua luta confiada em que tem em sus mãos a possibilidade de defender milhares de vidas humanas.

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terça-feira, 11 de junho de 2013

«Conheço centenas de homossexuais que mudaram sua orientação», disse o doutor Cummings.

ReligionenLibertad.com


Foi presidente dos psicólogos dos Estados Unidos

«Conheço centenas de homossexuais que mudaram sua orientação», disse o doutor Cummings

Nicholas Cummings, antigo presidente da 'American Psychological Association', testemunha no julgamento sobre a possibilidade de livrar-se da atração pelo mesmo sexo.

ReL  - 7 junho 2013 - religionenlibertad.com

O doutor Nicholas Cummings, que foi presidente da 'American Psichological Association', apresentou seu testemunho como especialista em um processo judicial que tem lugar em New Jersey a respeito das terapias para mudar a orientação sexual.

"Centenas" mudaram
Cummings assegura que ele  atendeu pessoalmente  uns 2.000 homossexuais (por diferentes causas), que sua equipe  tratou  outros 16.000, e que conhece "centenas" que mudaram de orientação sexual com êxito.

"Eu defendo a auto-determinação do paciente. Creio e ensino que os gays e lésbicas tem direito de serem reafirmados em sua  homossexualidade, e também creio que tem direito de buscar ajuda para mudar sua orientação sexual se esse é seu desejo", assegura Cummings.

Os homossexuais que procuram estes serviços e os de sua equipe buscam ajuda psicológica em três campos:

- problemas em suas relações
- buscam ajuda para aceitar seus sentimentos ou identidade homossexuais
- ou pedem para mudar sua orientação sexual

Cummings assinala que são relativamente poucos os que pedem para mudar de orientação sexual, e   afirmam que seu desejo é ter uma família tradicional e que veem com desgosto um estilo de vida gay que  experimentaram ou perceberam como promíscuo, cheio de relações frágeis, enfermidades e insegurança. Dos que tentam mudar, Cummings assegura que "centenas" tem conseguido e vivem uma vida heterossexual normal.

Não é como a raça: pode mudar
"Dizer que toda atração pelo mesmo sexo é imutável ou inalterável, como a raça, é uma distorção da realidade.  Não é correto acusar de fraude os profissionais que fornecem tratamentos a pessoas informadas que buscam a mudança . Esta tática só  serve para estigmatizar o profissional e envergonhar o paciente", escreve Cummings. "Não se deveria permitir que uma agenda política impeça de exercer esta auto-determinação aos gays e lésbicas que desejam esforçar-se em mudar sua orientação sexual", disse.

Judeus que oferecem cura
Cummings participa como especialista e testemunha no caso do SPLC contra a associação JONAH (Judeus Oferecendo Novas Alternativas para a Cura). JONAH é uma associação de terapeutas judeus que oferecem ajuda às pessoas que querem deixar de experimentar atração por seu mesmo sexo.

O SPLC é uma organização privada que  denunciou por "fraude ao consumidor", por oferecer uma mudança na orientação sexual, declarando que a orientação é fixada no nascimento e não se pode mudar com terapia. Os advogados de JONAH, que pertencem ao Fundo de Defesa da Liberdade de Consciência, argumentam que não está demostrado que a orientação sexual não se possa mudar, e que há muitas evidências médicas que provam o contrário, que a mudança sim é possível.

Proibir o livre debate
Os advogados afirmam que no SPLC "sabem que há estudos que demonstram que a mudança na orientação sexual é possível, mas querem que o tribunal declare que afirmar que a orientação sexual pode mudar é um ato ilegal, um engano, uma fraude. Querem usar o tribunal para fechar um debate científico fazendo que uma das posturas do assunto seja literalmente ilegal".

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

MADONA DO POÇO ou SENHORA DO POÇO Padroeira dos que sofrem de depressão ou tristeza.

 

Madona do Poço - Senhora do Poço - Padroeira dos deprimidos

 


Introdução

MADONA DO POÇO ou SENHORA DO POÇO
Padroeira dos que sofrem de depressão ou tristeza

O Bispo de nossa Diocese trouxe à igreja uma imagem de “A Senhora do Poço”,  que apresentou como “A Padroeira dos que sofrem depressão”. Em um mundo onde mais e mais gente cai no poço da depressão, esta invocação Mariana vem a oficializar como apoio  e ajuda de quem deseja  encontrar no amor a Deus o caminho de saída da tristeza extrema. Um mal moderno por definição, a depressão nos invade pondo um vazio que nos distancia da esperança e a alegria de sermos filhos de Deus.
Pode ser classificada claramente como um deserto espiritual, que o homem deve aprender a suportar como uma cruz que Jesus nos convida a compartilhar com Ele. Vista deste modo, a tristeza ou a depressão adquirem um valor espiritual imenso, porque nos unem com a angústia que o Senhor sofreu no Getsêmani, na noite em que ia ser traído e entregue os algozes. Jesus verá com agrado nossa oferenda, e nos tirará à luz da esperança quando nossa alma estiver pronta para receber Sua Graça.

Deste modo, A Madona do Poço é a perfeita intercessora com Aquele que, todo amor, nos espera com os Braços abertos para ser nosso motivo de alegria e esperança, fé e amor.
Maria é, uma vez mais, o caminho mais curto e simples para reencontrar-nos com Jesus.


A Madona do Poço

A origem da devoção à Invocação Mariana de A Madona do Poço remonta ao século XIII, na Roma da idade média. A tradição indica que alguém lançou, voluntariamente, uma imagem de Maria feita num  pedaço de pedra dentro de um poço cisterna ou poço de água. O profundo buraco foi localizado no estábulo da residência de um Cardeal nas imediações de Roma.

Na noite entre  26 e 27 de setembro do ano de 1256 se produziu o prodigioso fato de que a água começa a brotar com tal força do poço, que eleva à superfície a imagem da Virgem retratada na pedra.
As testemunhas advertiram que foi não só o fluir violento da água mas um modo muito mais forte, que se elevou à superfície a pedra com a imagem da Virgem. O fato foi imediatamente reconhecido como um milagre, ao ponto que o próprio Pontífice realizou uma procissão até o lugar dos acontecimentos. Desde então esta invocação de Maria é conhecida como a Senhora do Poço, ou a Madona do Poço.

Na atual Igreja-Santuário esta imagem é venerada em uma Capela, onde muitos fiéis se aproximam diariamente para beber a água do antigo poço, que depois de tantos séculos continua brotando.

O vizinho convento dos Servos de Maria foi aberto no ano de 1513, que era anteriormente convento da Obediência e depois de Mântua. Desde o ano de 1803 forma parte da Província de Romana, hoje Província de Piemonte-Romana dos Servos de Maria. Os sacerdotes servitas custodiam este santo lugar, assinalado pela Graça de Deus.



Oração à Madona do Poço:

Senhora do Poço, luz de luz, alegria da alegria
esperança dos tristes, amor dos aflitos
consolo dos pobres de espirito
lanterna que ilumina as noites de escuridão.

Dá-nos tua luz, onipotência suplicante
eleva-nos na oração, sujeitos ao teu calcanhar
humildes ea espera, firmes na confiança
entregues a tua Maternidade Divina.

Tu, Senhora da Alta Graça
levai-nos ao teu Filho, Jesus
abri-nos ao Divino Espirito de Amor
ensina-nos a conhecer o Amor do Pai.

Que tua luz seja nossa luz
Que teu amor seja nosso amor
Que tua esperança seja nossa esperança
Que tua fé seja nossa fé

Madona do Poço, serenai nossos corações
para que unidos ao teu  Imaculado Coração
e com a alegria de ser teu fiel reflexo
sejamos capazes de unir-nos a tua santa corredenção.

   
Para quem visita  Roma, os dados para visitar a Nossa Senhora do Poço são os seguintes:

Comunidad de los Siervos de Maria
Convento Santa Maria in Via
Via del Mortaro, 24
00187 ROMA RM          
Italia
Tel.  (+39) 06. 697 6741 - 2 - 3
Fax  (+39) 06. 697 674 34
E-mail: santamariainvia@vicariatus.urbis.org

Importante esclarecimento: sobre "A Madona do Poço", Padroeira dos deprimidos

Maria é nosso sustento nas horas de escuridão
Vários leitores   chamaram nossa atenção sobre a existência de um controvertido e falso caso em Porto Rico, rechaçado oficialmente pela Igreja há ja bastante  tempo, e conhecido como "A Virgem do Poço". Queremos enfaticamente esclarecer que nada tem a ver isto com a antiga devoção que nós promovemos, chamada "A Madona do Poço", em seu original título em italiano.
 Fonte: http://www.reinadelcielo.org/estructura.asp?intSec=1&intId=94

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cristãos, somos a alma do mundo (I)


Opinião: ReligionenLibertad.com


Cristãos, somos a alma do mundo (I)

Precisamos superar nossas diferenças, a fragmentação, amando-nos, reunindo-nos em torno da Eucaristia e seu significado. Porque partir o pão e compartilhar sua comida não é um ato individual, é a expressão máxima de vida em comunidade que há que refazer. E também na ordem da prática nos pode servir um ditado popular castelhano bem conhecido: "O toque Faz o carinho"

Josep Miró -  15 maio 2013 - religionenlibertad.com

Jean Monet afirmava que o ato humano por excelência era o da   união. Sabia o que  dizia porque ele foi um dos pais fundadores, junto com Adenauer, De Gasperi e Schuman, da reconstrução e unidade europeia que pôs fim a séculos de guerras e destruições. Eles foram a chave de um dos maiores   renascimentos da Europa, na paz, na convivência e no bem estar, um renascimento hoje estragado e em risco, porque o espírito inicial foi devorado pelo materialismo de voo galináceo.

Faz já alguns meses que começamos a  reunir  cinco pessoas que hoje  citamos: Carbonell, Cullell, Lopez Camps, Torralba e eu, convencidos de que era necessário trabalhar a fim de que nossa Igreja catalã ganhasse em união, em capacidade de diálogo interno, de entendimento e de trabalho compartilhado. Convencidos de que, para conseguir, só  havia que colocar em primeiro plano o sentido de pertença à Igreja e antepor o que nos une, que é muito mais que o que nos separa. Como trabalho visível nos propusemos levar a cabo a elaboração de alguns escritos, três até agora, que 'La Vanguardia' por meio de Enric Juliana tem a gentileza de publicar. E nos pareceu que também seria bom fazer-nos presentes os cinco, e oferecer nossos diversos pontos de vista desde a vocação de união no fundamental.

Hoje, no vértice da crise que tudo tem estragado destruindo a esperança, é vital permanecer unidos, é decisivo. É neste ponto onde nós apostamos na capacidade de enfrentar a adversidade e superá-la. Esta união  que nos é essencial nos faz falta em uma dupla vertente: a secular e a que afeta a nossa fé em Jesus Cristo morto e ressuscitado, uma fé vivida no  sentido de pertença à Igreja.

É esta segunda dimensão, a da união entre católicos,  que me quero referir. E começo dizendo que nos tempos seculares atuais, os da cultura da desvinculação, os da ausência de compromissos e entregas firmes, de  vida, a Igreja, que vive no  mundo apesar de não pertencer a ele, sofre desta contaminação cultural e moral que torna mais difícil ainda a união, necessária e urgente em benefício da própria Igreja, e também de toda a sociedade porque a confiança e a esperança dependem dela.

Para conseguir esta união devemos corrigir nossa perda de virtudes. Se postulamos o diálogo com os não crentes, o diálogo inter-religioso, o diálogo com os outros cristãos, não é uma contradição que escandaliza a incapacidade para dialogar entre nós que nos professamos católicos?  Não podemos dialogar entre nós, escutar-nos, acolher-nos? Estamos tão cheios de nós mesmos que não fica espaço para o irmão, que é o outro, porque não é igual a mim, não tem a mesma história, experiência, sensibilidade? E se não há espaço para o irmão, como podemos pensar que deixamos espaço para Deus que opera em nós?

A união dos membros da Igreja não é uma vocação mas um dever, porque a essência do cristianismo é o amor e ele é a forma mais elevada de vínculo, de união. "Eu vos dou um novo  mandamento: que vos ameis uns aos outros", "como Eu vos tenho amado, amai-vos vós". Isto nos manda Jesus Cristo por quem nos declaramos discípulos. "Pela estima  que vos amais conhecerão todos que sois meus discípulos". Com a mão no coração, sob este critério, os membros da Igreja catalã  podem  reconhecer como discípulos de Jesus Cristo? O amor que nós professamos é nosso sinal visível diante do mundo?

Precisamos superar nossas diferenças, a fragmentação, amando-nos, reunindo-nos em torno da Eucaristia e seu significado. Porque partir o pão e compartilhar sua comida não é um ato individual, é a expressão máxima de vida em comunidade que precisamos refazer. E também na ordem da prática nos pode servir um ditado popular castelhano bem conhecido: "O toque Faz o carinho". Se nos aproximamos, se fomentamos trabalhos compartilhados, se colocamos em  primeiro plano o que nos une, se nos escutamos e esforçamos em por-nos no lugar do outro, o conseguiremos, construiremos a união.

Nossa vida, nossa prática, deve ser coerente e consequente com a afirmação de que somos o Povo de Deus forjado na nova Aliança em Jesus Cristo. A Igreja deve fomentar ser escola e casa de comunhão (Novo milênio ineunte n º 43)  tecendo os vínculos eclesiais entre as famílias, paróquias, escolas e movimentos para viver intensamente o amor de Deus.

A Igreja, que é também de todos e de cada um de nós, deve recuperar sua capacidade educadora da fé e das virtudes para oferecê-las a todo o povo. Em nosso segundo documento fizemos referência à importância das virtudes na sociedade. Mas para levar a cabo bem esta tarefa necessitamos de uma maior união, portadora de confiança, e esperança, o que hoje todos nós mais necessitamos.

Josep Miró i Ardèvol, presidente do E-Cristians e membro do Conselho Pontifício para   Leigos

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