Trocando de roupa para o Banquete Nupcial

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Caminhada para o Céu

sábado, 24 de janeiro de 2015

Aos 9 anos, Antonija perdeu a capacidade de sentir medo. Ia à missa diariamente, detectava os espiões comunistas e dizia a eles: «Se você é muito notado, trabalha mal»

ReligionenLibertad.com

Iba a misa diaria, detectaba a los espías comunistas y les decía: «Se te nota mucho, trabajas mal»

Aos 9 anos, Antonija perdeu a capacidade de sentir medo.
Ia à missa diariamente, detectava os espiões comunistas e dizia a eles: «Se você é muito notado, trabalha mal»

A veterana atriz e diretora de teatro Antonija Apele recebeu em 1941 um dom peculiar - perdeu a capacidade de ter medo, e a de chorar

P. J. Gines/ReL - 20 janeiro 2015 - religionenliberdade.com

Antonija Apele é uma importante diretora de teatro na Lituânia, atriz veterana e trabalha –ainda depois de aposentada- na Rádio de Riga.

Tem uma característica muito especial que  marcou toda sua vida desde que os soviéticos deportaram  seu pai e quase ela também   quando tinha 9 anos: nesse 14 de junho de 1941 perdeu todo medo, e desde então não  experimentou nunca essa emoção. Também perdeu a capacidade de chorar.


Seu crime : ser inteligente
Seu pai era escritor, “amava o silêncio, passava longas horas escrevendo em seu escritório”. Sua mãe era professora, e no dia da deportação estava dando aula em outro povoado a 27 quilômetros. Eram, portanto, inteligente, ou seja, da classe letrada, não operários, automaticamente suspeitos para o sistema comunista.


A URSS tinha ocupado a Estônia, a Letônia e a Lituânia em 1940 como parte do pacto Molotov-Ribbentrop com os nazistas. No dia que Antonija perdeu o medo faltavam só  8 dias para que esse pacto acabasse e Hitler ordenasse invadir o espaço soviético pela surpresa. Mas na Rússia e na Lituânia ninguém  sabia ainda, claro, e os soviéticos se dedicavam a deportar de repente  milhares de cidadãos bálticos, especialmente das classes letradas.


Em vagões de gado, separando pais de crianças
“Chegaram à meia-noite. Disseram para nós, entre gritos e ameaças que tínhamos meia hora para recolher nossas coisas. Era uma operação medida e controlada. Eles haviam feito isso desde a meia-noite, e fomos os últimos”.

Na estação de trem da pequena cidade de Rezekne concentraram  centenas de famílias. Tinham pessoas metidas em vagões de gado que pediam água e comida porque tinham passado muitas horas fechados. Já era de noite e estavam separando as crianças dos adultos, para colocá-los em vagões diferentes.

“Separaram-me de meu pai e comecei a chorar enquanto ele tratava de infundir-me calma e serenidade com um olhar que não esquecerei jamais. Meteram-no em um dos vagões e por fim a locomotiva começou a se mover e se perdeu na escuridão entre colunas de fumaça”.

Anos depois, companheiros de seu pai contaram a Antonija como ele morreu em uma prisão da Sibéria, após suportar uma tortura atroz. “Ao escutá-los vieram aos meus olhos umas lágrimas humildes, quentes, libertadoras”. Foi a única vez que conseguiu chorar desde esse dia de 1941.

Uma salvação misteriosa

Como é que Antonija não chegou a ser encerrada em um dos vagões de crianças deportadas?

Alguns soldados decidiram jogar  um jogo macabro com ela.  Olharam-na, e ao vê-la tão pequena e magra pensaram que teria uns 6 anos, e não os 9 que realmente tinha completado. “Vamos provar   esta, o melhor tem sorte e se salva”, riram-se. E a deixaram junto à estrada dizendo-lhe: “Corre!”


Talvez eles quisessem jogar para agarrá-la, ou forçar outros membros  para correr atrás dela e fazê-los ficar mal. Mas ela correu com todas as forças de seus 9 anos e se meteu no bosque enquanto os enfurecidos guardas  a perseguiam.   Escondeu-se atrás de um arbusto, conteve a respiração… e sentiu o metal frio de uma pistola sobre sua fronte. “Se te mover te mato”, lhe disse uma voz.

E desde esse momento não recorda nada mais. Não recorda nada dos sete dias seguintes.


“Aquela semana ficou sepultada em um buraco negro em minha memória. Perguntei para muitas pessoas do povoado: não sabem nada ou fingem não saber”, explicou.

Quando abriu os olhos Antonija estaca em sua cama, com sua mãe, que se tinha salvado da deportação porque, mesmo estando nas listas, o condutor encarregado de ir  buscá-la no outro povoado a salvou dizendo aos sus superiores que não tinha gasolina para a viagem de ida e volta e estes desistiram.

A mãe foi à estação de trem mas quando chegaram os vagões tinham partido, tudo estava vazio. Voltou desolada para casa. “Nas primeiras horas da manhã escutou uns golpes na porta. Abriu e me encontrou no chão desmaiada. Quem tinha me levado até ali? Possivelmente nunca o saiba”.

“Naquele dia passei tanto medo que desde então não voltei a experimentar uma sensação de perigo ou temor”.

Um dom de Deus: não ter medo nunca

Sua mãe e sua avó perceberam. Por exemplo, a menina ia dar recados cruzando sozinha o cemitério a noite. Uma vez caiu um raio ao seu lado e nem se abalou. “Como é possível que nem sequer tenha gritado? perguntou sua avó assombrada.

Quando alguém não tem medo, não é fácil que compreenda o medo dos demais, custa mais simpatizar com eles e suas debilidades.

Na adolescência caçoava de suas amigas e seus medos. E sua mãe, boa mestra, chamou-lhe a atenção por isso:
“Como se atreve  a usar dessa maneira o dom que Deus  lhe concedeu?”, disse a ela.

Explicou que não ter medo não era um mérito seu, mas um dom concedido por Deus que devia agradecer e aproveitar.

“Para mim Deus me conserva  nesta terra para rezar pelos que se foram, e a você deu essa fortaleza para que ajude os que têm uma alma frágil. Nisso se parece  com sua avó”, disse sua mãe.

“Minha avó era uma polonesa de grande coração e uma fé tão sólida como a catedral de Riga. Todos os que a conheceram me diziam que me parecia com ela por meu caráter forte e exigente”, recorda Antonija.



Antonija Apele ainda dirige os atores da Rádio Lituânia

Não ter medo sob um regime  de terror
Ter um caráter forte e independente debaixo de uma ditadura comunista não é recomendável. Carecer de medo em uma sociedade dominada mediante o terror e a mentira, é buscar  problemas. Antonija nunca ocultou sua fé católica, e   pode se dizer que teve sorte por não sofrer mais represálias.

“Em certas obras de teatro, a maioria de meus colegas diretores  pulavam as referências a Deus e tudo o que pudesse incomodar o rrgime. Eu não, não estava disposta a trair minha fé, fosse o que fosse”.

Uma vez um comissário político ficou irritado com ela por cantar uma canção religiosa em uma representação, mas ela, furiosa, lhe respondeu: “Declamei exatamente o que vi  no script. Quer que te  ensine, camarada?”

O comissário, que não estava acostumado  encontrar resistência, prefiriu deixar  passar.

Os espiões nas paróquias
Devido a sua falta de temor e sua visão do mundo como um teatro Antonija se permitiu algumas cenas tragicômicas, próprias do mundo soviético.

Ela ia à missa  diariamente, e cada certo tempo detectaba o espião do turno que o regime  enviava a tal ou qual paróquia.

“As pessoas na missa, ao vê-lo, começavam a tremer, dissimulava e fazia o possível para passar despercebido. Os paroquianos fingiam ser turistas que tinham entrado na igreja por curiosidade. Para mim aquela situação quase me divertia. Se via um espião –dava para se notar à distância- me ajoelhava ao seu lado, fazia o sinal da cruz de forma ostensiva e lhe dizia ao ouvido enquanto me levantava: ‘Ouve, todos estão percebendo sua presença. Trabalha muito mal!’”

O espião não voltava a aparecer por ali, “talvez temendo que eu fosse de outro corpo de espionagem porque nessa época meio mundo espionava o outro meio”.

Aprender a desculpar os outros
Esta mulher sem medo e sem lágrimas, exigente diretora de teatro, de personalidade forte, era dura com os outros, e  sabia. Enfureciam-lhe as pessoas com dupla vida… que na URSS era muita gente, os que tentavam parecer por um lado comunistas exemplares e se deixavam  ver rezando na igreja, por exemplo.

Sabia que como católica devia perdoar a covardia de uns e as hipocrisias de outros, mas lhe custava. Um dia rezou para a Virgem para que lhe ajudasse a saber desculpar e ser paciente, e pouco depois conheceu um sacerdote que a animou a ir aprendendo a desculpar e perdoar pouco a pouco, não de repente.

Seu primeiro êxito consistiu em deixar de criticar e desprezar os cristãos batistas. Precisamente um batista, o que tinha mania sem nenhuma razão concreta, lhe convidou para trabalhar na rádio Começou a admirar seu conhecimento das Escrituras e outras virtudes. “Senti como se a Virgem me dissesse: deixa de murmurar e de brigar com seus irmãos cristãos e começa a compreendê-los. A partir de então deixei de etiquetar as pessoas”.

Também desde esse momento começou a ser mais amável e compreensiva com os atores, e especialmente com as atrizes,  que dirigia. “Para ser exigente não precisa gritar, nem humilhar, nem ferir”, aprendeu.

Antonija Apele contou seu testemunho no interessante livro de testemunhos de José Miguel Cejas "O baile após a tormenta" (Rialp)

Um vídeo dos afazeres de Antonija Apele na Rádio Lituânia

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

TIME, o ebola e a morte como espetáculo.A revista TIME fez sua tradicional capa do ano (pessoa do ano 2014) para quem se entregou na luta contra o ebola e, sobretudo, para quem atendeu aos enfermos.

actualidadyanalisis.blogspot.com.br 


TIME, o ebola e a morte como espetáculo

Publicado por Jorge Enrique Mújica, LC

A revista TIME fez sua tradicional capa do ano (pessoa do ano 2014) para quem se entregou  na luta contra o ebola e, sobretudo, para quem atendeu aos enfermos. No artigo principal da edição americana há referências a esses heróis que não só  nos casos do ebola entregam sua vida dia a dia sem esperar nada em troca: homens e mulheres de fé entre os quais se contam milhares de missionários, sacerdotes e freiras católicas. 

O ebola foi uma epidemia em 2014. Tem sido sobretudo a Igreja católica e algumas ONG as que tem desdobrado sua força para tratar de contrapor os efeitos e a difusão do vírus. No caso das freiras e missionários católicos a ajuda sanitária vai aparelhada na proximidade da fé. 

Portanto, naturalmente estou completamente de acordo com esta capa que reconhece, em definitivo, a capacidade da entrega humana. A que vem então o fato da morte como espetáculo? Graças a 'The Objetive' vi  uma foto de cidadãos de Serra Leoa (país duramente golpeado pelo ebola) fotografando o cadáver de um homem aparentemente jovem morto em plena rua por causa do vírus do qual estamos falando. É verdade  que já não se pode fazer algo por um morto mas fotografá-lo e depois colocar nas redes sociais é o que se pode ou deve fazer? 


Foto de Baz Ratner para Reuters.

E a foto me fez pensar nessa outra da menina morrendo também por causa do ebola no chão de um hospital africano...


Foto de Samuel Aranda para o New York Times.

Escusado será dizer que todos ficam indignados nas redes sociais em situações semelhantes. Só os religiosos católicos e alguns outros voluntários são movidos a não comentar nos meios que talvez nem usem, mas no calor humano das pessoas que talvez a última coisa que vão   receber é uma amostra de carinho antes de ir-se deste mundo. 

http://actualidadyanalisis.blogspot.com.br/2014/12/time-el-ebola-y-la-muerte-como.html

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O negro vivo importa? 78% dos abortos em Nova York foram feitos em negros ou bebês hispânicos.

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O negro vivo importa? 78% dos abortos em Nova York foram feitos em negros ou  bebês hispânicos

por Steven Ertelt | New York, NY | LifeNews.com | 1/12/14


Um novo relatório dos Centros de Controle de Doenças confirma que 78 por cento dos abortos realizados em bebês em Nova York foram feitos em bebês que eram negros ou hispânicos. Mas vocês vão se surpreender se verem motins nas ruas ou ativistas de direitos civis, como a NAACP ou Jesse Jackson reclamando, da mesma forma que eles condenaram o assassinato de Michael Brown em Ferguson, Missouri.

Os novos dados CDC confirma 77,56% dos abortos em 2011 foram feitos em bebês afro-americanos e hispânicos - consistentes com relatos prévios de exercícios anteriores.

CNS News tem mais :

O relatório de Vigilância para o Aborto publicado pelo CDC, para os quais os números mais recentes do aborto são de 2011, mostram que houveram 76.251 abortos em Nova York naquele ano.

Para esse total, 9.550 abortos eram de bebês brancos, que é de 12,5% do total; 35.188 bebês eram negros (46,1% do total); 23.959 eram hispânicos (31,4%); e mais 7.554 "outros" abortos, de 9,9%, o que inclui os asiáticos e nativos americanos, bem como os bebês não relatados.

Os abortos de bebês negros e hispânicos combinados totalizaram 59.147 - ou seja 77,56% do total de abortos em NYC.

Os negros, de acordo com o US Census Bureau , compõem 25,5% da população da cidade de Nova York, e os hispânicos constituem 28,6% da população NYC. Apesar destas percentagens de população, os negros compõem 46,1% dos abortos, e os hispânicos, 31,4%.

Enquanto os brancos compreendem 44% da população de New York City, fizeram-se 12,5% dos abortos totais naquela cidade.

Esse total para uma cidade, 76.251 bebês mortos, supera o número de abortos de qualquer notificação do estado, de acordo com o CDC.

Os números do CDC são geralmente de um ano atrás e subestimado em comparação com dados do pró-aborto Instituto Guttmacher, anteriormente filiados a Planned Parenthood, o maior negócio do aborto da nação. Eles também diferem das estatísticas oficiais da cidade que New York coleta.

Em 2012, havia mais bebês negros mortos por aborto (31.328), em Nova York do que nasceram lá (24.758), e as crianças negras mortas compostas de 42,4% do número total de abortos na Big Apple, de acordo com um relatório da Secretaria Municipal New York de Saúde e Higiene Mental.

O relatório tem o direito, Resumo de Estatísticas Vitais 2012 a cidade de Nova York, os resultados da gravidez , e foi elaborado pela Secretaria Municipal New York de Saúde e Higiene Mental, Escritório de Estatísticas Vitais. (Veja  Gravidez 2012.pdf Outcomes NYC Saúde )

Havia 6.570 mais abortos que nascimentos de crianças negras. No total, foram 73.815 abortos, o que significa que os 31.328 bebês negros abortados composta de 42,4% do total de abortos.

A proporção de aborto em toda a cidade caiu para pouco mais de 37% em 2012, um recorde de baixa desde 1970, quando o aborto foi legalizado em Nova York. O Bronx continua a liderar a cidade com uma proporção de aborto de 47%. A maior queda na proporção de aborto foi em Brooklyn, que viu a queda de proporção de 37% para 34%. Staten Island continua a ter o menor índice em 29%.

A Fundação Chiaroscuro forneceu a LifeNews mais detalhes sobre os números de aborto em New York City. Enquanto a taxa de aborto da cidade ainda é quase o dobro da média nacional, o progresso é animador, diz ele.

"Temos vindo para aumentar a consciência sobre a alta taxa de aborto de New York City para os últimos quatro anos, e certamente estamos encorajados pelo progresso feito durante esse tempo", disse Greg Pfundstein, presidente da Fundação Chiaroscuro. "Vamos continuar a trabalhar com os líderes comunitários, igrejas e organizações que partilham a nossa preocupação com este problema e para ajudar as mulheres que enfrentam uma gravidez não planejada encontrar o apoio de que necessitam em suas comunidades.

http://www.lifenews.com/2014/12/01/black-lives-matter-78-of-abortions-in-new-york-city-were-done-on-black-hispanic-babies/

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Bebê por nascer com Espinha Bífida sofreu surpreendente operação no útero para reparar sua coluna.

lifenews.com 



Bebê por nascer com Espinha Bífida sofreu surpreendente operação no útero para reparar sua coluna.

por Steven Ertelt | Londres, Inglaterra | LifeNews.com | 11/17/14  


Quando seu bebê tinha 20 semanas de gestação, os médicos diagnosticaram espinha bífida na  filha nascitura de  Gina Beddoe e Dan Lavis. Infelizmente uma alta porcentagem de bebês diagnosticados com essa condição médica, enquanto estão no útero se tornam vítimas de aborto - mas não a pequena Frankie Lavis.

O casal disse que o pensamento de abortar  nunca passou pela sua mente e Beddoe leu on-line sobre uma nova operação pioneira para reparar a espinha da bebê Frankie no útero. Os fundos de saúde 'care pogram' administrado pelo governo concordaram em financiar a cirurgia e  o casal viajou para a Bélgica para um dos quatro hospitais do mundo, que oferecem a operação.

Levou duas horas e 22 funcionários cirúrgicos para fecharem a lacuna na espinha de Frankie e ela nasceu em agosto com 35 semanas - e para a alegria de seus pais, ela estava se movendo e chutando suas pequenas pernas no ar. É muito cedo para dizer se Frankie está livre de quaisquer sinais da doença, mas o fato dela pode mover as pernas significa que seu sistema nervoso está funcionando.



Veja mais aqui:

"Nós nem sequer tivemos que perguntar um ao outro se iríamos continuar com a gravidez," disse o Sr. Lavis.

"Temos muito bom apoio de amigos e familiares e sentimos que poderiamos lidar com outra criança se ela ou ele tivessem necessidades extras", acrescentou a sra. Beddoe.

Foi logo após o diagnóstico que a Sra. Beddoe leu on-line sobre uma nova operação para reparar a espinha bífida, enquanto o bebê ainda estava no útero. Ela descobriu que o Dr. Welch, ex-presidente da International Fetal Medicine and Surgery Society, tinha ligações estreitas com o professor Jan Deprest em Leuven Teaching Hospital, na Bélgica. 

O Professor Deprest foi um dos primeiros cirurgiões  a realizar a operação e  apenas um dos quatro centros na Europa  atualmente executam.



Atualmente, a cirurgia para fechar a coluna vertebral é normalmente realizada logo após o nascimento, pela qual pode já ser estabelecidos neste tempo  os danos  para os nervos.

Três anos atrás, um seminário de procedimento nos EUA da nova cirurgia,  foi desenvolvido por cirurgiões no Hospital Infantil de Filadélfia, onde  já foi realizado 200 vezes, mostrou pela metade a taxa de deficiência em bebês espinha bífida, em comparação com a cirurgia após o nascimento .

O relatório - publicado no New England Journal of Medicine em 2011 - descobriu que 40 por cento dos bebês operados no útero precisavam de uma válvula para hidrocefalia pelo tempo  de 12 meses de idade, em comparação com 82 por cento dos bebês que fizeram a cirurgia depois que nasceram.

Dos 64 bebês do estudo que tiveram a nova cirurgia no útero, 42 por cento estavam andando em 30 meses, em comparação com 21 por cento dos 70 bebês que tiveram a cirurgia após o nascimento.

Apesar de fechar a medula espinhal não irá reparar danos nos nervos que já ocorreram, foi pensado para evitar maiores danos e evitar o acúmulo de líquido cefalorraquidiano.

"A idéia é que o fechamento da lesão medular no útero evita danos secundários aos nervos e inverte a mal-formação," diz o Dr. Welch.

Após o aconselhamento, o casal optou pela nova operação. 

http://www.lifenews.com/2014/11/17/unborn-baby-with-spina-bifida-undergoes-amazing-operation-in-the-womb-to-repair-her-spine/

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

As Freiras Dominicanas de Lerma explicam o que é o Halloween: não é cristão; é culto a satanás; bruxaria...

ReligionenLibertad.com

Las Dominicas de Lerma explican qué es Halloween: no es cristiana; culto a satanás; brujería...
 Um cristão deve celebrar o Halloween?

As Dominicanas de Lerma explicam o que é o Halloween: não é cristão; é culto a satanás; bruxaria...

Halloween

ReL - 26 outubro 2014 - religionenlibertad.com

As Dominicanas de Lerma são religiosas contemplativas que vivem num  pequeno povoado de Burgos (Espanha). A cada dia enviam o que elas chamam de: um "desafio do Amor", que é uma reflexão espiritual dirigida sobretudo aos seculares.

Estas freiras de clausura  receben muitas perguntas e inquietações, e entre elas está o chamado "assunto Halloween", que nos últimos anos  disparou a preocupação de muitos fiéis que veem nesta festa pagã uma conotação anti-cristã..

O que é esta festa do Halloween? 
As Dominicanas de Lerma respondem ao que muitas pessoas lhes perguntam: "Devemos ou podemos celebrar esta festa?". E esta é a resposta das religiosas:

«Primeiro teria que se perguntar:  Mas na realidade o que é esta festa de Halloween?  Quem se esconde detrás dela?

»1. NÃO é uma atividade cristã. Nenhuma igreja de denominação cristã celebra esta data. Nem católicos, nem evangélicos, celebram  e nunca celebraremos uma noite dedicada à exaltação da bruxaria em nenhuma de suas formas.

»2. Vai contra os ensinamentos de Jesus. Jesus é  contra a bruxaria em todas as suas formas: espiritismo, feitiçaria, adivinhação, leitura de cartas, horóscopos, astrologia e tantas máscaras com que se encobre a maldade. Estas têm sido declaradas inimigas da Palavra de Deus desde tempos muito remotos e vão contra todos os ensinamentos de Nosso Senhor, que disse claramente que "quem não está comigo está contra mim". Existem inumeráveis referências bíblicas onde se condena o uso de todos estes tipos de mal.

»3. Serve para render culto a satanás. Mesmo que na aparência seja uma atividade recreativa e muito chamativa, sobretudo para as crianças, seu verdadeiro significado segue oculto aos nossos olhos. Em muitos países, incluindo o nosso, os grupos satânicos usam essa noite para um "culto" especial dedicado a satanás e em muitos países ao redor do mundo, se fazem sacrifícios humanos, sobretudo de crianças que são sequestradas em seus lares e que são oferecidas como vítimas inocentes em uma noite de luxúria, drogas, álcool e todo tipo de libertinagem, nas chamadas "missas negras".

»4. Opõe-se ao primeiro mandamento. Este tipo de atividades, não exalta o nome de Jesus, nem tem nada a ver com seu Pai Celestial e muito menos com o Espírito Santo do Deus Altíssimo. Portanto, vai em contraposição ao primeiro mandamento de amar a Deus com toda nossa alma, nossa mente, nosso coração, com todas nossas forças, em fim com todo nosso ser.

»5. Participar do Halloween é se esquecer de Deus. Participar quer dizer "ser parte de": se você participa  está sendo parte desta tremenda responsabilidade espiritual: Não só está se afastando ou esquecendo da adoração ao Deus Eterno e Imortal, mas está sendo parte de uma atividade que glorifica as bruxas e ao seu pai satanás.

»6. Contamina e escraviza  nossas crianças. Não existe magia branca e magia negra, não existe bruxas boas e bruxas más. Toda a atividade demoníaca se disfarça e se oculta para ganhar adeptos e então muitas vezes "vestimos"  nossas criancinhas como "bruxinhas" w "diabinhos". Jesus disse: "Deixaivir a Mim as criancinhas e NÃO AS IMPEÇAIS, porque delas é o Reino dos Céus". Jesus necessita de suas crianças livres de todo tipo de máscaras e limpos de toda contaminação.



»Agora deixem que teu amor ao Senhor decida sobre esta festa e realmente se quiserem viver em Cristo não o substituas por nada. Feliz domingo. VIVAM EM CRISTO

https://www.youtube.com/watch?v=0RvCN-umfrM

»Outras coisas evidentes entre o Halloween e o ocultismo são as seguintes:

1. Lâmpadas dentro das abóboras: Representam imagens demoníacas.

2. Meia Lua: Representa a magia

3. Maçãs: Para adivinhar a sorte.

4. Morcegos e corujas: Associadas à crença de comunicação com os mortos.

5. Fantasmas e duendes: Mensageiros privilegiados "especiais" para transitar entre os pagãos.

6. Gato negro: Reencarnação dos mortos malvados.

7. Pentagrama com um círculo: Símbolo de proteção.

8. Escovas: Exercitam a energia liberada.

9. Esqueletos: Abundam entre o anoitecer e as trevas do Halloween.

10. Estrela de cinco pontas com meia lua: Representa a magia.

11. Os disfarces do Halloween: Poderiam proceder da ideia dos druídas célticos, segundo se crê, os participantes em uma cerimônia usavam cabeças e peles de animais para adquirir a força do animal que representavam.

12. O costume do "presente ou travessura": Provém da tradição irlandesa em que um homem conduzia uma procissão para recolher contribuições dos lavradores, para que as plantações não ficassem amaldiçoadas pelos demônios.

13. Pescar maçãs num tonel com água: Vem de uma antiga prática de adivinhação do futuro. O participante que conseguisse agarrar uma maçã com os dentes podia contar  que sairia bem em seu romance com a pessoa de sua escolha.

14. As avelãs: Usavam-se para a adivinhação de assuntos amorosos.  Algumas guloseimas do Halloween tinham objetos dentro que serviam para adivinhar o futuro».


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http://religionenlibertad.com/las-dominicas-de-lerma-explican-que-es-halloween-no-es-cristiana-38336.htm

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

"Se queres ser perfeito vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me". Mateus, 19, 21

"Se queres ser perfeito vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me". Mateus, 19, 21


A principal virtude que necessitamos para nos conservar na graça de Deus é a humildade. Sem essa preciosa virtude não conseguiremos ver nem ouvir o plano de Deus para nossas vidas.

É preciso ter consciência de nossa pequenez, tudo que temos de ruim é nosso e tudo que temos de bom, é graça de Deus.

Consciência de que somos servos inúteis, como nos diz o Evangelho, não fazemos mais que nossa obrigação, (Lucas 17, 7-10) cumprindo os Mandamentos de Deus, Ele não precisa de nós, nós é que precisamos dele para nos salvar.

Ele já deu a resposta para as questões com as devidas respostas sobre a nossa prova final. Precisamos passar neste exame, é difícil, mas com Ele, vamos conseguir. Não precisamos de tecnologia avançada para fazer esta prova, cujo prêmio para quem passar é habitar no Paraíso eternamente com Ele, sem sofrimentos, sem doenças, só alegria e gozo.

Consciência de que não somos bons, só Deus é bom (Mateus 19, 17). Enquanto vivermos temos que lutar a cada dia, (Mateus 11,12) pois só os violentos conquistam o céu. Violentos contra nossa natureza corrupta e comodista, que não gosta de sofrer e quer só o prazer. Jamais violentos contra o  outro, contra quem quer que seja, em qualquer situação. O segredo para conseguir isso é o jejum, penitências e muita oração. Mortificando nossa carne, seremos mais fortes  para fazer a vontade de Deus.

Sejamos mansos e humildes de coração como Jesus nos ensinou. (Mateus 11, 29)
Consciência de que aqui não é o Paraíso, mas podemos encontrar a felicidade e a paz verdadeira já aqui se perseverarmos neste caminhar para Deus. Deus é paz, é amor, não essa palavrinha desgastada que ouvimos por todo o lado, mas o amor incondicional, não aquele que faz se o outro também fizer. Preciso ser bom sempre. São Felipe Neri dizia: State buono, si potete, seja bom, se puder.
Consciência de que essa felicidade só n'Ele encontramos, não adianta buscar fora, porque não vamos encontrar nos prazeres fugazes desta vida, que não preenchem o vazio interior que só a Ele pertence.

O segredo para viver essa felicidade é PRESTAR ATENÇÃO na Palavra de Deus, no próximo, qualquer um que seja, no lar, no trabalho, na rua, etc. Ficarmos atentos a tudo ao nosso redor, começarmos a nos importar com o outro de verdade, sempre se colocando no seu lugar e tentar imaginar como se sente, como foi sua vida, não cobrando atitudes de quem não pode dar, porque não aprendeu.

Desprezar e banir de nossa existência os sentimentos de inveja, sentimentos mesquinhos, sentimentos de vingança, desarmar-nos de tudo o que é mau.

A cada situação que vivemos podemos pensar: "Como faria Jesus no meu lugar?

Como enfrentaria essa pessoa que tanto mal me fez? Como posso perdoá-la?
Não vale pensar: "Ah, mas Ele é Deus e eu não sou." Temos a graça de Deus em nossa vida em tudo o que precisamos, é só pedir, que Ele nos dará com muita alegria, porém é necessário nos esforçar.

A maior alegria que podemos dar a Deus é viver como Ele nos ensinou, e levá-lo às outras pessoas. A maior caridade que existe é orarmos pelos outros, seja quem for, especialmente aqueles mais pecadores, que Jesus tanto ama.

Somente quando conhecemos Jesus intimamente, quando sempre estiver em nossos pensamentos e sentimentos, conseguiremos cumprir já aqui o vender tudo e segui-Lo. Vender tudo que temos de mal e sermos lâmpadas para nossos irmãos nos caminhos desta vida.

Sejamos corajosos porque Deus é a Verdade e a Verdade não é covarde.

Juan Pedro Florián



segunda-feira, 21 de julho de 2014

Theo Boer, especialista em ética holandês a favor da eutanásia, mudou de opinião depois de ver 4.000 casos.Muitos dos eutanasiados na Holanda pedem por pressão familiar, por se sentirem onerosos para sua família, ou por se sentirem sós... não há mais limites.

ReligionenLibertad.com 

«Se se abrir a garrafa, é difícil voltar a meter o gênio»
Theo Boer, eticista holandés a favor de la eutanasia, cambia de opinión después de ver 4.000 casos
Theo Boer, especialista em ética holandês a favor da eutanásia, mudou de opinião depois de ver 4.000 casos.
Muitos dos eutanasiados na Holanda  pedem por pressão familiar, por   se sentirem  onerosos para sua família, ou por se sentirem sós...   não há mais limites.

ReL - 17 julho 2014 - religionenlibertad.com  

Theo Boer, professor de ética da universidade holandesa de Groningen, apoiou durante muitos anos as políticas de eutanásia (matar enfermos) do governo holandês, e sempre falava dos controles supostamente estritos e  equilíbrios rigorosos. 

Mas depois de 9 anos e 4.000 casos analisados como membro de um Comitê Regional de Revisão de  2005, Boer saiu de seu engano. Agora  difundiu este texto com suas novas convicções, a partir do que  constatou.

»Em 2001, a Holanda foi o primeiro país do mundo que legalizou a eutanásia e, com ela, o suicídio assistido. 

»À lei se  acrescentaram vários “salvo-condutos” que indicavam quem estava qualificado e para que os médicos que agissem segundo estes “salvo-condutos” não fossem processados. 

»Como cada caso é único, se criaram cinco comitês regionais de revisão para avaliar cada caso e decidir se cumpriam a lei. Durante os cinco anos posteriores à implementação da lei, o número de mortes induzidas medicamente se manteve igual, inclusive baixou durante alguns anos. 

»Em 2007 escrevi que “com respeito à eutanásia não é necessário que nos encontremos num beco sem saída. Uma boa lei de eutanásia, combinada com um procedimento de revisão da eutanásia, garante um número relativamente baixo e estável de eutanásias”. Muitos de meus colegas chegaram à mesma conclusão.

»Porém estávamos equivocados, terrivelmente equivocados. 

»A posteriori, a estabilização dos números foi uma pausa temporal. 

»Começando pelo ano de 2008, o número destas mortes mostram um aumento de 15% anual, ano após ano. O informe anual dos comitês para o ano de 2012 registrou 4.188 casos (comparados com os 1.882 de 2002). 2013 viu uma continuação nesta tendência e  espero que a linha dos 6.000 se cruze este ano ou no próximo. A eutanásia está a caminho de se converter no modelo “pré-determinado” de morte para os pacientes com câncer.



Theo Boer vê agora o que muitos previram e disseram.

»Junto a esta escalada, outras novidades tiveram lugar. 

»Sob  o nome ‘End of Life Clinic,’ (Clínica para o Final da Vida), a Sociedade Holandesa para o Direito de Morrer (NVVE) fundou uma rede de médicos itinerantes que praticam a eutanásia. Mesmo que a lei pressuponha (mas não  requer) que se estabeleça uma relação médico-paciente, em que a morte possa ser o fim de um período de tratamento e interação, os médicos da End of Life Clinic só  têm duas opções: ou administrar os fármacos que terminem com a vida do paciente ou enviar-lhe de volta para casa. 

»Como medida, estes médicos vêm ao paciente três vezes antes de administrar  o fármaco que acabará com sua vida. 

»Esta clínica teve centenas de casos. Mas a NVVE não mostra sinais de estar satisfeita nem sequer com estas novidades: de fato, não descansará até que a pílula letal esteja disponível para todas as pessoas  acima dos 70 anos que quiserem morrer. Alguns becos realmente não têm saída.

»Outras novidades incluem uma mudança no tipo de pacientes que recebem estes “tratamentos”. 

»Quando nos anos imediatamente posteriores a 2002 quase nenhum paciente com enfermidade psiquiátrica ou demência aparece nos informativos, agora o número cresce bruscamente. Há informativos de casos que indicam que uma grande parte do sofrimento das pessoas   que foi administrada a eutanásia ou o suicídio assistido consiste em  anciãos, estar sozinhos ou aflitos. Alguns destes pacientes poderiam ter vivido anos ou décadas.

»Enquanto a lei vê o suicídio assistido e a eutanásia como uma exceção, a opinião pública está mudando e os considera direitos, com os correspondentes deveres que os médicos devem realizar. 

»Um projeto de lei atual obriga os doutores que se negam a administrar a eutanásia a levar o paciente para um colega disposto a administrá-la. 

»A pressão para que os doutores aceitem os desejos dos pacientes (e em alguns casos, de  seus parentes) pode ser forte. A pressão dos parentes, combinada com a preocupação do paciente pelo bem estar de sua família, é em alguns casos um fator importante por trás de um pedido de eutanásia. 

»Nem sequer os Comitês de Revisão, apesar de seu trabalho difícil e conscientizado,   podem deter estas mudanças.

»Eu só apoiava a lei holandesa. Mas agora, com doze anos de experiência, tenho uma opinião diferente. 

»Pelo menos, espero uma análise honesta e satisfatória intelectualmente sobre as razões por trás do enorme aumento   nos números. Deveria ter tido a lei melhores salvo-condutos? 

»Ou é o fato de que a mera existência desta lei é um convite para ver o suicídio assistido e a eutanásia como uma normalidade, em lugar de ser o último recurso?

»Não vá por aí antes  que se dê resposta para estas perguntas. Uma vez que o gênio saiu da garrafa, é muito difícil fazer que volte a entrar nela.

Theo Boer foi Membro do Comité Regional de Revisão desde 2005. Para o governo holandês estes cinco comitês avaliam se o caso de eutanásia foi concluído conforme a lei. Nos últimos nove anos, o Prof. Boer  avaliou quase quatro mil casos de eutanásia. A opinião por ele aqui expressada é sua própria opinião e não representa a de nenhuma instituição.



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